Conversa com o presidente

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27 de Janeiro de 2017

Gestão, disciplina e resultado

Para a ACIL, a ideia de que é preciso se reinventar periodicamente para manter a solidez e a relevância é levada muito a sério.

Há dois anos, adotamos um sistema geral de metas que nos modernizou e nos permitiu enfrentar o pico da crise com a desenvoltura necessária para continuarmos a cumprir o papel de liderança no universo empresarial.

O resultado que obtivemos em 2016 é mais um exemplo de que a gestão e o planejamento são aspectos centrais do projeto de fazer da ACIL uma entidade cada vez mais sólida e importante para os associados e para a cidade.

Para que se tenha a dimensão do alcance e da variedade das nossas ações, aí vão alguns números da temporada passada:

- Oferecemos quase uma centena de treinamento

- Capacitamos cerca de 1,2 mil profissionais,

- Fizemos mais de 15 mil atendimentos no balcão do SPC

- O Departamento Comercial atendeu 2,4 mil associados

- As ações do Marketing e da Comunicação alcançaram 4,4 milhões de pessoas,

- Promovemos oportunidades de relacionamento com cerca de 400 associados

- Organizamos  235 reuniões do Programa Empreender

- Atendemos mais de 750 pessoas interessadas em linhas de crédito

- Abrigamos mais de 800 eventos, que atraíram cerca de 5 mil pessoas

Tudo isso fez da ACIL uma entidade vencedora em 2016, nos destacando no âmbito do SPC Brasil, entre as Sociedades Garantidoras de Crédito, na luta contra os efeitos do Decreto 442 do governo estadual e na liberação de microcrédito.

Para 2017, quando celebramos 80 anos, mantivemos todas as metas ambiciosas, mas perfeitamente realizáveis, tendo em vista a qualidade do nosso corpo associativo, da nossa diretoria, dos nossos colaboradores e dos nossos parceiros.

Agradeço a todos pelos bons resultados e divido os créditos deste êxito. A confiança e esforço de interação do empresariado londrinense estão por trás de cada um destes números impressionantes.

Avante, ACIL!!!

Até a próxima,

Claudio Tedeschi

Frase da semana

“Sem a livre iniciativa, não há concorrência. Sem concorrência, não há publicidade. Sem publicidade – desvinculada do editorial – não há imprensa livre. E sem imprensa livre, não há democracia”,

Roberto Civita, empresário e publisher (1936-2013)

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