Conversa com o presidente

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24 de Julho de 2020

Respeito à vida

Boa tarde, como vocês estão?

Nós estamos refletindo bastante sobre o horário do comércio, tanto de rua quanto dos shoppings. Quanto menor o horário, mais aumenta a chance de aglomeração.

Basta observar os bancos, abertos ao público por um período curto de tempo, apenas nos dias de semana. Como resultado, formam-se filas imensas.

Aumentar o horário de funcionamento é uma boa forma de dispersar as multidões. Quanto mais tempo a pessoa tem para ir ao comércio, mais fácil encontrar um horário sem movimento.

A flexibilização do horário do comércio, incluindo os fins de semana, é uma reivindicação histórica da ACIL. Sabemos que o dono é a melhor pessoa para decidir quando sua empresa deve funcionar.

No momento, seria ótimo se o horário voltasse ao normal, seguindo os protocolos necessários para proteger as pessoas. O movimento seria diluído durante o dia.

Hoje, as lojas ficam abertas por apenas seis horas (comércio de rua) e oito horas (shoppings). Quem trabalha seis horas, está sujeito a uma redução salarial de 25%. E não encontra tempo para comprar os produtos essenciais para o dia a dia.

Por isso, a ACIL e o SINCOVAL encaminharam um ofício à Prefeitura de Londrina solicitando a abertura do comércio nos dias 1, 6, 7 e 8 de agosto, das 9hs às 18hs. As datas batem com o pagamento do servidor público, o quinto dia útil do mês e as compras para o Dia dos Pais. São dias que provocam aglomerações. Esperamos que a sugestão seja aprovada. 

Trabalhar mais exige mais responsabilidade. O empresário tem a obrigação de zelar pela segurança das pessoas, seguindo à risca os cuidados com higienização, uso de máscaras e distanciamento social.

É possível aumentar o horário sem piorar a contaminação, protegendo a saúde e os empregos, avançando com as lições que a pandemia nos ensina. Respeitar a vida é a maior delas.

Até a semana que vem!

Fernando Moraes, presidente da ACIL

 

Frase da semana: “Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais experientes” - Edward Gibbon (1737-1794), historiador inglês.

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