Conversa com o presidente

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05 de Janeiro de 2018

Sobre números, ideias e planejamento

Como qualquer ano, 2018 é imprevisível. Mas a angústia típica das recessões já não nos sufoca neste janeiro.  O nível de incertezas voltou a ser suportável, tirando duas exceções de peso, a Copa do Mundo da Rússia, o grandioso evento esportivo que move o humor dos brasileiros de um modo muito peculiar, e as eleições presidenciais no segundo semestre.

É bom poder dizer que o pântano onde caminhávamos se tornou terra firme. Já podemos imprimir um ritmo mais acelerado.

Esta sensação é confirmada pela pesquisa anual que a ACIL faz após cada Natal e que foi divulgada esta semana. O levantamento aponta que os números positivos da macroeconomia já estão sendo percebidos pelo mercado. Se as vendas do Natal desapontaram de alguma maneira, certamente pela influência da chuva insistente na chamada “semana de ouro” do comércio, os lojistas demonstraram nas respostas um otimismo generalizado (84,3%) para os próximos 12 meses. É um patamar raro, que se explica, sobretudo, pelos sinais que a própria movimentação do Natal acabou emitindo, combinado com a queda da inflação e dos juros básicos. Um otimismo consciente.

E se estamos otimistas, coloquemos otimismo na nossa estratégia e no nosso planejamento. Se estamos esperançosos, transmitamos esperança para nossos clientes e parceiros.

Há algo muito positivo se aproximando. Desengavetemos projetos. Tenhamos a força necessária para implementar aquelas novas ideias que haviam adormecido na crise. Prosperar voltou a ser possível.

O ano novo será um ano bom.

Que Deus nos abençoe!  

 

Até a próxima,

Claudio Tedeschi

Presidente

Frase do Dia

“A insolência é a armadura dos fracos”,

Henry Kissinger (1923-), ex-secretário de Estado dos Estados Unidos

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