30/10/2015 00:00:00 Conversa com o Presidente: Acorrentados em Brasília


Nesta semana oito cidadãos se acorrentaram a uma pilastra no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em protesto contra a recusa do Legislativo a iniciar o processo de impeachment da presidente Dilma.

Com seu gesto simbólico e corajoso, aqueles oito manifestantes representaram o sentimento da maioria absoluta do povo brasileiro. Nós estamos acorrentados com eles.

Os oito da Câmara simbolizam o País que está pagando a conta do PT no poder. Eles são os trabalhadores que perderam seus empregos, suas rendas, seus sonhos. Eles são os jovens que perderam suas perspectivas de futuro, suas chances de prosperidade, seus sonhos. Eles são os empresários que perderam sua competitividade, seu patrimônio, seus sonhos. Eles são os homens e mulheres que no Brasil inteiro perderam seus sonhos, mas não sua esperança.

Hoje, a esperança do povo brasileiro tem nome: Operação Lava Jato. Graças à atitude corajosa do juiz Sérgio Moro e sua equipe, o esquema que tomou conta do Estado brasileiro está sendo desmascarado. Não é por acaso que maus brasileiros atacam Moro e a Lava Jato.

Os oito acorrentados só não representam aqueles que se encastelaram no poder e agora tentam mantê-lo a qualquer custo – mesmo que o custo seja a destruição do País. Eles não representam os Lulas, as Dilmas, os Cunhas, os Renans. Eles não são filhos nem filhas do Pixuleco. São cidadãos, indivíduos, pessoas iguais a mim ou a você. Não têm qualquer tipo de imunidade ou proteção especial. Assim como eu e você, eles sabem que o tempo dos atuais governantes chegou ao fim. A presidente e seus companheiros devem ser retirados do poder, conforme determina a Constituição Federal.

O número oito, quando colocado na posição horizontal, transforma-se no símbolo do infinito. Infinita é a capacidade de luta e a determinação do trabalhador brasileiro, do empresário brasileiro, do profissional brasileiro, da mulher brasileira, do homem brasileiro, do jovem brasileiro, do povo brasileiro. Infinita será a nossa capacidade de gritar para Dilma: – Basta! É o fim.

Até mais,
Valter Luiz Orsi.