20/11/2020 14:59:13 Conversa com o presidente: Esperando a Black Friday

Olá, tudo bem com vocês?

Esperando a Black Friday? 

Muita gente aguarda com ansiedade a chegada da próxima sexta-feira (27), que deve movimentar o comércio, gerando um aquecimento na economia que se prolonga até o fim do ano, com as compras de Natal.

Surgida nos Estados Unidos, a Black Friday está ligada ao Dia de Ação de Graças. Os colonos costumavam fazer uma bela ceia para celebrar a colheita, e o hábito permaneceu como forma de reunir a família e agradecer a Deus. Após o Dia de Ação de Graças, começam as vendas de Natal, e as pessoas vão para as ruas buscar promoções. A moda chegou ao Brasil pela internet e foi incorporada por todo o comércio.

Muitos empresários negociam com fabricantes e fornecedores para baixar os preços, oferecer descontos, ganhar fôlego e entrar no ano novo com o pé direito. É uma boa estratégia, especialmente para fechar esses meses que foram tão difíceis.

O consumidor que tiver paciência para comparar os preços, certamente fará boas compras. Tempo não vai faltar, pois as lojas de rua vão ficar abertas das 9hs às 20hs, no dia 27. E no sábado (28), funcionam das 9hs às 18hs. Os shoppings trabalham normalmente. 

A Black Friday não gera benefícios apenas para o comércio. As pessoas ocupam os espaços públicos, passeiam, utilizam serviços e frequentam restaurantes. É um dia que traz vida à cidade. 

O dinheiro circula pelas ruas, gerando mais renda e trabalho. As ofertas de emprego aumentam e muitos trabalhadores conseguem ter um fim de ano mais tranquilo. 

Com a Black Friday e o Natal, 2020 chega ao fim anunciando a retomada da economia. Esse clima de otimismo é bem vindo. Encerramos um ciclo no qual trabalhamos duro e cumprimos nossa missão. Agora, podemos olhar confiantes para o futuro, com as esperanças renovadas para fazer de 2021 um ano muito melhor. A gente merece.

Até a Black Friday!

Fernando Moraes, presidente da ACIL

 

Frase da semana: “Bom senso é a capacidade de ver as coisas como são e fazê-las como devem ser feitas” - Josh Billings (1818-1885), humorista americano.