27/02/2015 00:00:00 Desafio ao pequeno varejo: manter estoques mínimos e preços baixos

Fonte: Diário do Comércio

A combinação entre inflação em alta e queda de consumo tem tirado o sono dos supermercadistas. Os preços dos alimentos que compõem o prato típico do brasileiro, o arroz e o feijão, por exemplo, têm subido semanalmente. Os de hortifrútis, como alface, rúcula, pimentão e cenoura, quase diariamente.

Veja alguns números. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro passado, o preço do feijão subiu quase 25%, do arroz, 9%; e de produtos in natura, 14,53%, acima do IPC (Índice de Preço ao Consumidor), de 5,91%, segundo a Fipe.

E o quadro deve piorar.  As indústrias que abastecem os supermercados acabam de apresentar aos lojistas nesta semana as novas listas de preços que deverão vigorar a partir de março. Os reajustes variam entre 5% e 12%, incluindo alimentos e produtos de higiene, beleza e perfumaria.