19/08/2016 08:40:05 Evento concorrido sobre fotografia comprova capacidade de articulação do Empreender

Fonte: Assessoria ACIL

Um grupo de 14 profissionais de um mesmo segmento, que antes se viam apenas como potenciais concorrentes, está trabalhando em conjunto para aprimorar seus conhecimentos em gestão, sua compreensão de mercado e até sua capacidade técnica. Após 10 meses de atividade, o nível de interação já está tão maduro que permitiu a organização de um evento concorrido no segmento.

O Londrina em Foco, realizado ontem, foi o primeiro evento promovido pelo Núcleo de Profissionais de Fotografia do Programa Empreender, coordenado pela ACIL.

Foram oferecidas quatro palestras com profissionais respeitados no meio, como Flávio Menoli, proprietário do Studio F8; Antonio Neto, professor da Unifil e do Iapec; Andress Ribeiro, fotógrafo de casamento, gestantes e de famílias; e Edu Freire, também especializado em fotografia de casamentos. No encerramento, os palestrantes e o público discutiram as tendências do mercado.

Para Freire, a tarefa de ensinar e de provocar reflexões na plateia se transforma em um “gratificante aprendizado”. A experiência se transforma um exercício de autoestima.

“Hoje a fotografia está banalizada. Todas as pessoas que têm um smatphone acreditam que sabem fazer uma boa imagem”, lembra Freire. “Temos o desafio de mostrar ao mercado que fazemos algo de muito valor e que por isso mesmo é preciso demonstrar uma vontade constante de se qualificar”, defende Freire, que coordena um núcleo similar em Cascavel. “Caso a gente não se valorize, ninguém vai nos valorizar”, argumenta.

Trabalho em equipe

“O melhor é perceber que podemos trabalhar em equipe”, afirma Carmem Kley, integrante do núcleo. Para ela, a realização do Londrina em Foco mostra que o grupo coordenado pela ACIL permanece coeso e pronto para novas experiências do gênero.

O êxito do evento e do núcleo vai na contramão de expectativas negativas de muitos profissionais da área, desconfiados com um histórico de “ensaios” interrompidos, ora por conflito, ora por desinteresse.

“Acredito que todos do grupo se sentem estimulados a melhorar, principalmente como empreendedores, porque é uma experiência muito enriquecedora”, afirma Carmem, explicando o maior motivo de coesão e engajamento que mantém a vitalidade do núcleo.