A capacidade do associativismo de se manter atual muitas vezes nos surpreende. A chegada do escritório da organização Sister Cities Brazil, sediado aqui na ACIL, é um desses exemplos. Trata-se de uma iniciativa que tem tudo a ver com o dia a dia associativista. E, por isso, é um prazer imenso participarmos dessa novidade.
Como representação nacional da Sister Cities International, o escritório londrinense pode levar sua missão a todos os municípios do país, aproximando-os de suas respectivas cidades-irmãs no exterior.
Essa aproximação pode se dar por meio de instituições, prefeituras, empresas ou pessoas, favorecendo a troca de informações, conhecimento, soluções ou mesmo produtos e serviços. As possibilidades são infinitas e trazem, consigo, o poder da transformação. Um município que se internacionaliza entra no radar de outros países e, por consequência, de outros mercados.
Londrina, por exemplo, tem 12 cidades-irmãs: Bilbao (Espanha), Concepción (Paraguai), Foz do Iguaçu, Guimarães (Portugal), Heyuan (China), León (Nicarágua), Modena (Itália), Nago (Japão), Nishinomiya (Japão), Nitoukou (República dos Camarões), Toledo (EUA) e Zhenjiang (China).
As relações mais próximas têm sido, principalmente, com Nishinomiya e Toledo. Imaginem o quanto seria importante se tivéssemos contato com todas elas, trocando experiências, soluções e conhecimento, ou fazendo negócios. Estaríamos mais abertos ao mundo e, portanto, com maiores possibilidades de alcançar novos horizontes.
Em resumo, o trabalho da Sister Cities Brazil só traz benefícios, com relações em que todos ganham. A união, como sempre, fortalece o desenvolvimento. Quando superamos as diferenças em busca do melhor que existe entre nós, isso é associativismo — o mesmo que conduz a ACIL na celebração do passado para impulsionar o presente e projetar o futuro.
Vera Antunes, presidente da ACIL.
Imagem de wayhomestudio no Magnific

na inauguração do escritório da Sister Cities Brazil (Foto: Thomé Lopes/Divulgação)



