Pelo Ministério das Cidades, não seria “economicamente viável” ligar as duas regiões. O órgão federal aceita custear os projetos executivos, mas para a criação de duas linhas: uma interligando Paiçandu, Maringá e Sarandi, e outra entre os municípios de Ibiporã, Londrina e Cambé.
Os projetos vão custar R$ 10,7 milhões aos cofres públicos. O dinheiro, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deve ser liberado em seis meses, segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seil). O prazo é necessário para a continuidade dos “trâmites burocráticos”. A liberação dos recursos deve ser feita pela Caixa Econômica Federal.
O diretor da Agência de Desenvolvimento Terra Roxa, Alexandre Farina, garantiu que a entidade não desistiu da proposta original do Trem Pé-Vermelho, que interligará as regiões de Maringá e Londrina e deve ser construída entre os municípios de Paiçandu e Ibiporã. “Existe essa limitação, mas o projeto continua viável”, destacou.
De acordo com ele, a interligação pode ser realizada com verba do Ministério dos Transportes. “Fizemos um esforço na tentativa de convencer o Ministério das Cidades a adotar o projeto original, mas não foi possível. Vamos esperar passar as eleições para voltar a entrar em contato com a equipe do Ministério dos Transporte e tentar contratar essa segunda fase do projeto da forma ágil como o que aconteceu com a primeira”, destacou.



